Casos de família: as brigas que podem corroer até 5% do PIB

Estimativa da Mardô Family House Integration é baseada no peso das fortunas na economia e no histórico com 400 sobrenomes atendidos.

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Tensões familiares, disputas silenciosas e sucessões mal resolvidas têm um custo que ultrapassa o patrimônio de cada família — e chega à economia do país inteiro.

Segundo estimativa da Mardô Family House Integration, casa dedicada à integração intergeracional de famílias empresárias, conflitos não tratados em empresas familiares podem corroer o equivalente a até 5% do Produto Interno Bruto brasileiro. O número parte do peso que essas companhias têm na economia e da experiência da casa no acompanhamento de mais de 400 sobrenomes.

Empresas familiares respondem pela maior fatia da geração de riqueza e de empregos no país. Quando uma transição entre gerações fracassa, o impacto não fica restrito aos sócios: atinge a operação, os fornecedores, os funcionários e o ecossistema econômico que depende daquela companhia.


5%

do PIB é o que conflitos familiares não tratados podem corroer, segundo a estimativa da Mardô.

400

sobrenomes já acompanhados pela casa em processos de sucessão e governança.


O custo invisível das disputas

Boa parte dos conflitos não chega aos tribunais nem aos noticiários. Eles se manifestam como decisões adiadas, investimentos paralisados e talentos que deixam a empresa porque não enxergam clareza sobre o futuro. É um custo difícil de medir — mas que, somado, pesa sobre a produtividade de companhias inteiras.

"O que vemos com frequência não é falta de patrimônio ou de competência técnica. É falta de espaços estruturados para que a família converse antes que o conflito se torne irreversível", afirma a casa, que conduz cada aproximação de forma reservada.